De que forma é que a Teréga enfrentou os desafios operacionais
na gestão de ativos?
Desafio
Enquanto actor-chave no transporte e armazenamento de gás, a Teréga opera uma extensa rede de gasodutos. No entanto, o acesso limitado a dados técnicos e a informações sobre as infraestruturas tornava os projetos de construção, manutenção e modernização um desafio. A informação imprecisa ou dispersa conduzia a ineficiências, complicando as operações tanto para as equipas internas como para os contratantes externos.


Solução
A Teréga necessitava de uma solução que proporcionasse um acesso fácil a informações detalhadas sobre os ativos em todas as suas instalações de armazenamento.
Foi por isso que estabeleceram uma colaboração com a Samp. Através da «Shared Reality», estão a redefinir a gestão de ativos com um ambiente dinâmico de gémeos digitais, oferecendo às equipas de manutenção acesso em tempo real a 15 000 equipamentos e linhas de tubagem em 1D, 2D e 3D. Isto melhora a eficiência, reduz o tempo de inatividade e aumenta o desempenho.
Esta parceria promove uma estratégia baseada em dados, otimizando as operações e reforçando a sua vantagem competitiva.
Resultados
Gostaria de saber mais?

«No âmbito da sua transição digital, a Teréga pretende facilitar o acesso à informação e melhorar a qualidade dos dados disponibilizados às equipas operacionais e de projeto.Os nossos ativos industriais à superfície e subterrâneos evoluem regularmente por razões de segurança e de otimização dos processos. Precisávamos de uma solução que nos permitisse alojar e partilhar os dados recolhidos no terreno, enriquecendo-os simultaneamente com informações provenientes dos nossos sistemas de registo existentes.Escolhemos a Shared Reality porque permite aos colaboradores interagir com uma representação que reflete com precisão a realidade no terreno, no âmbito das suas atividades diárias de manutenção, inspeção ou de projeto. Este espaço de trabalho está destinado a tornar-se a porta de entrada para os dados de engenharia e operacionais.»


